Como historiador, Jones Figueirêdo subsidiou a ação de Euclides Martins para recuperar templo carmelita
O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Jones Figueirêdo, recebeu, na tarde desta sexta-feira (23), uma comenda do Rotary Club de Olinda. A outorga foi um reconhecimento à contribuição dada pelo magistrado ao trabalho que resultou na devolução da Igreja do Carmo de Olinda aos carmelitas.
Figueirêdo, que também é historiador, juntamente com José da Mota Menezes e Luís Maranhão Filho, colaborou com o advogado Euclides Martins, pesquisando e subsidiando a ação administrativa movida junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
"Com a ajuda da pesquisa histórica, fundamentamos a ação que garantiu o retorno do templo ao patrimônio da Província Carmelita Pernambucana, após mais de 130 anos sob controle da União Federal", destacou o advogado.
O próprio Euclides Martins, que também é rotariano e diretor da Associação Beneficente Criança Cidadã, fez a entrega da comenda ao chefe do Judiciário estadual, acompanhado do juiz e diretor da ABCC, João Targino, e do advogado José Carlos.
A Igreja do Carmo de Olinda é o primeiro templo carmelita construído nas Américas, em 1580. Localizado no Sítio Histórico de Olinda, passou ao controle da União em 1877, período em que as ordens religiosas foram suprimidas do País. Há mais de cem anos, os carmelitas tentavam recuperar o templo.
O despacho do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que garantiu o retorno do templo ao domínio da Província Carmelita, foi assinado em junho do ano passado. (por Luciano Costa)
Preocupado com os reflexos ocasionados pela atual crise mundial, o Rotary Clube Recife-Brum realizou na última terça-feira (13), uma reunião pra lá de oportuna. Trouxe ao clube, o economista e especialista - além de companheiro de rotary (RC-Recife), Dr. Josué Souto Maior Mussalém, que palestrou sob o tema: “Cenário Atual da Crise Econômica”.
Como o assunto em questão é muito amplo e complexo, Josué Mussalém tentou explicar de forma mais simples e direta toda situação atual. Para entender o que está acontecendo, o convidado recordou momentos do passado; Deu exemplo da “quebra” da Bolsa de Nova Yorke, que, em 1929, fez um “estrago” grande na economia dos EUA e em boa parte do mundo. “Naquela oportunidade, o Brasil não sentiu perdas significantes, muito pelo contrário porque soube administrar os problemas, saindo mais fortalecido da crise”, disse Mussalém.
E foi baseado em análises feitas, nos fatos históricos, que Mussalém crer que o Brasil sairá mais uma vez fortalecido da atual crise financeira mundial - que segundo ele - deve durar pelo menos um ano. “O Brasil, hoje em dia, não corre grandes riscos, estamos muito bem. No passado, havia o problema da dívida externa, e agora, com o governo Lula, invertemos toda situação e tornamos credores internacionais”, ressaltou. “O Brasil tem reservas financeiras, internas e externas, o que lhe dar mais segurança quanto à crise”, completou.
Falência de empresas de fato interfere na economia, porém, há diferenças de impacto. “Quando uma empresa ‘quebra’ a economia não sente tanto, mas quando um banco ‘quebra’, todo sistema financeiro vai junto. E foi para que o sistema internacional não fosse junto que as fortes economias como da China, Índia e Européia se juntaram aos EUA para tentar resolver esse problema”, explicou Mussalém.
Sobre o contexto, Josué Mussalém falou da expectativa gerada por outros países em torno do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, quanto à crise. “Obama deve ter um papel parecido com o que Franklin Roosevelt (ex-presidente americano, que enfrentou a “Grande Depressão”) teve à época (décadas de 30 e 40) para poder sair da crise sem grandes perdas”. “Mas não devemos ver Obama como o salvador do mundo. Ele não poderá fazer muitas mudanças”, completou.
Não esquecendo da complexidade do assunto, o convidado ainda citou o conflito na Palestina, envolvendo Israel e Gaza em torno dos interesses americanos quanto à localização político-geográfica de Israel, no Oriente Médio (devido ao Petróleo), e aos fatores internos da divisão política na região.
Em virtude do desligamento espontâneo do atual Administrador da Câmara de Perícia Judicial e do Tribunal de Mediação e Arbitragem, Dr. Marcos Antônio Lopes Leite, foi aprovado, na última sexta-feira (9) - por unanimidade - o nome do Conselheiro Regional de Administração, Dr. Camillo Moutinho para assumir interinamente, a referida Câmara.
Segundo o presidente do Conselho Regional de Administração e do Sindicato dos Administradores no Estado de Pernambuco, Dr. Mauri Vieira Costa, o ótimo relacionamento com juízes do Tribunal de Justiça de Pernambuco (Mediação e Arbitragem do TJPE), com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), com a Justiça Federal da 5ª Região, com a Associação dos Peritos Judiciais de Pernambuco (APJPE), com o Centro de Mediação e Arbitragem de Pernambuco (CEMAPE) e com o Conselho Regional de Contabilidade (CRC), foram principais fatores para sua escolha.
O conselheiro Camillo Moutinho, a partir desta segunda-feira (12), já assume todos os assuntos relacionados com Perícia, Mediação e Arbitragem do CRA/PE.
Segue abaixo, texto de apresentação do governador rotariano (Distrito 4500) e palestrante do RC Recife-Brum, Dr. Eduardo Queiroz, através do companheiro Dr. Ricardo Lôbo. A primeira reunião rotária, aconteceu na última terça-feira (6) sob o tema: ”Conscientização Rotária” proferida pelo Governador com exímia competência.
Companheiros,
Algumas missões acontecem, apenas, no Rotary... Eis-me aqui diante de uma delas: apresentar ao Brum o Companheiro Governador Eduardo Queiroz. Tarefa fácil, muitos diriam, porque quem, nesta platéia, não conhece – talvez, os mais antigos, bem melhor do que eu – o Companheiro Eduardo Queiroz?
Se o homem que tenho de apresentar é axiomático, torna-se quase impossível um exercício de criatividade capaz de tornar original a minha agradável missão de apresentar um companheiro rotariano a outros companheiros também rotarianos, mais do que isso, um amigo a outros amigos comuns.
Segredos atraentes, capazes de mudar o “chover no molhado” que seria descrever sua vida profissional e rotariana – e os caminhos que percorreu para chegar até aqui – de certa forma dando cor esta apresentação protocolar, creio eu, são exclusividade da Companheira Oneide, com quem compartilha uma vida familiar feliz, rica e produtiva, dividida com amor e carinho com as suas três filhas – Evellyn Karina, Katie e Ana Karenine - seu filho – Eduardinho – genros e nora, e os netos Mariana, Maria Eduarda, Bruna, João Felipe e Polyana.
Mesmo fotografando em preto e branco, sem o colorido dos segredos “oneidianos”, falar sobre Eduardo – em inglês, francês, latim, grego ou alemão, e outras línguas mais que ele incorpora, como se português fossem – é enfatizar em canto e verso a simplicidade do seu jeito de ser, que caracteriza e completa a sua marcante personalidade.
Personalidade forjada, desde 04 de maio de 1946, nos rincões de Altamira - PA e já com nove anos na Escola Apostólica, de padres alemães, suíços e austríacos, missionários da Congregação do Preciosismo Sangue na Prelazia do Xingu, passando, em seguida, pelos Seminários Menores das Arquidioceses de Belém - PA e Manaus – AM.
Depois, veio para o nosso Recife, não somente para concluir o seu curso de Filosofia e se graduar em Ciências Econômicas, como para enriquecer com seu companheirismo agradável e a sua convivência amena a vida dos seus companheiros do Brum e dos amigos que, como eu, lhe rende, nesta ocasião um preito da mais profunda admiração.
Vivenciado na profusão das águas amazônicas, o nosso Eduardo não temeu navegar por mares distantes e nunca dantes navegados, levando, para orgulho dos seus amigos, o brilho do Brasil a universidades tradicionais e famosas no mundo dito desenvolvido, como a Vanderbilt University , de onde nos idos de 1974-75, saiu laureado como Mestre em Economia, defendendo oportuna e apropriadíssima tese intitulada “Brasil, como anfitrião das empresas multinacionais”.
E não ficou no primeiro porto, ousando voar alto, até além-mar, onde em Lausanne, na Suiça, dentre outros, especializou-se em Análise Financeira e Controle Gerencial, no IMEDE (Institut Pour L'Etude des Methodes de Direction de L'Entreprise).
E lá me surpreendo eu, de maneira inadvertida, fazendo o que aqui tentei evitar: trilhando a rota, repetidamente evidenciada em tantas oportunidades recentes, da história da vida do nosso grande Companheiro Governador.
Em termos curriculares, prometo parar por aqui, meu caro companheiro e amigo Analista Financeiro, Diretor de Grandes Empresas, Consultor Empresarial Renomado e Professor Universitário, daqui do litoral, até as barrancas do São Francisco e, também, no Estrangeiro, quiçá em Pasárgada...
Mais, ainda, um rotariano de escol, desde os idos tempos da Vanderbilt University, na condição de Bolsista da Fundação Rotária, até o hoje Governador Distrital, que já passou pela presidência de diversas avenidas e de dois clubes, que foi chairman distrital de comissões importantes e participante ativo de diversas conferências nacionais e internacionais.
E prometo parar, caríssimo Governador, lamentando faltar-me o dom dado por Deus, a uns poucos privilegiados, de manejar com maestria instrumentos musicais, de preferência um violão para acompanhar o seu, já famoso e competente cavaquinho, completando, também no aspecto lúdico da vida, esta parceria desenvolvida, sob seu comando, na administração do nosso Distrito 4500, no presente ano rotário.
Companheiro Eduardo, hoje nosso palestrante sobre “conscientização rotária”, o Brum o recebe com carinho e bem-querer, e renova-lhe justa e merecida homenagem pelo brilhantismo da sua governadoria, a cujo exercício acrescentou luz e som, transformando liderados em admiradores do homem eclético e competente que você tão bem sabe ser.
A última reunião de 2008, terça-feira (30), realizada no Circulo Militar do Recife, o Rotary Clube Recife-Brum teve a honra de ouvir a palestra do companheiro Dr. Carlos Eduardo Vasconcelos, que falou sobre o tema Relações Humanas. Na ocasião, assim como na penúltima reunião, o vice-presidente, Dr. Pedro Gaudêncio, assumiu a mesa (uma vez que o presidente do clube, Dr. Carlos Alberto Borges, está viajando). Mesmo com a ausência do executivo, o RC Recife-Brum recebeu um reforço ilustre. Na oportunidade, os companheiros do Brum, receberam a visita do governador do Distrito 4500, Dr. Eduardo Queiroz, que ao término da palestra parabenizou, Dr. Carlos Eduardo e todos os companheiros presentes.
Abaixo o texto na íntegra, de Dr. Carlos Eduardo:
RELAÇÕES HUMANAS – O PROBLEMA DA COMUNICAÇÃO.
Um indivíduo vivo não tem como deixar de comportar-se. Comportamento é comunicação. Toda comunicação é interacional, é troca de mensagens. Por mais que um indivíduo se esforce é-lhe impossível não comunicar. Atividade e inatividade são comunicações. Portanto, palavra ou silêncio é comunicação. Possuem valor de mensagem e, portanto, influenciam outros e estes outros não podem não responder a essas comunicações e, portanto, também estão comunicando.
A mulher que, numa mesa de bar, prefere ficar de costas para os demais freqüentadores, pode estar comunicando que não quer falar com ninguém. No entanto, consoante a sua indumentária e gestos, pode estar comunicando algo mais.
Enfim, a comunicação é verbal (digital) ou não-verbal (analógica). Ademais, nem sempre a comunicação acontece de modo intencional, consciente ou eficaz; mesmo assim ela é relacional e, portanto, circular ou recursiva. A inevitabilidade da comunicação significa que a presença de pelo menos duas pessoas em um ambiente constitui uma relação interpessoal Enfim, relações humanas são interações e interações são sistemas que, sendo sistemas vivos (biológicos, psicológicos e comunicativos), são abertos.
O desenvolvimento da comunicação construtiva habilita os grupos envolvidos à prática de negociações eficazes, gerindo os conflitos de modo sistêmico. Nesta quadra do processo civilizatório em que os trabalhos em equipe se tornam mais necessários à expansão do conhecimento e à obtenção de resultados positivos, uma comunicação construtiva torna-se cada vez mais necessária. Essa necessidade avança à medida que os modelos verticais de liderança são substituídos por modelos horizontais, baseados em equipes.
Eis um resumo dos Preceitos de Comunicação Construtiva:
1) Conotação positiva: A comunicação construtiva começa com o acolhimento do outro através de uma linguagem apreciativa, estimulante. Apreciar a conversação supõe o reconhecimento da inevitabilidade e da necessidade da diferença que o outro faz. Conote positivamente e, caso necessário, faça perguntas para permitir ao interlocutor uma abertura para outros enfoques ou formas de verbalização. Esse reconhecimento é o fundamento da não-violência. Gera empatia, embora não implique, necessariamente, em concordância.
2) Escuta ativa: As pessoas precisam dizer o que sentem. A melhor comunicação é aquela que reconhece a necessidade de o outro se expressar. Em vez de conselhos e sermões, escute, sempre, com toda atenção o que está sendo falado e sentido pelo outro. Aconselhamento, salvo em situações muito especiais, pois o conselho bloqueia as necessidades de expressão, reconhecimento e emancipação do aconselhado. O facilitador ou mediador deve estar consciente de que a necessidade primeira do mediando é a de expressar as suas razões e sentimentos. Somente pessoas que se sentem verdadeiramente escutadas estarão dispostas a escutar.
3) Perguntas sem julgamento: Primeiro escute, depois pergunte. Em vez de aconselhar, pergunte. Perguntas apropriadas apóiam e complementam o processo de escuta e reconhecimento. A pergunta nos protege da pressa em julgar o outro ou da nossa mania de dar conselhos. Através da pergunta você ajuda a outra pessoa a narrar, a esclarecer, contextualizar e a melhor interpretar o próprio comportamento. Em qualquer circunstância recomenda-se que essas perguntas tenham caráter circular, qual seja, vinculem-se, concretamente, às respectivas respostas, estabelecendo uma circularidade com as falas que as retro alimentam.
4) Reciprocidade discursiva: Fale claramente, mas respeite o igual direito do outro de falar. Após escutar ativamente o que o outro tem a dizer, estabeleça, na mediação ou na negociação direta, uma comunicação em que ambos respeitam o direito do outro de se expressar. O mediador deve obter, logo no início da mediação, a concordância de ambas as partes com a regra da não interferência na fala do outro. Equilibrar o direito de expressão contribui para equilibrar o poder. Comunicação construtiva é eqüitativa, circular, no sentido de algo co-construído.
5) Mensagem como opinião pessoal: Quando fizer alguma observação sobre o comportamento de alguém use a primeira pessoa: Exemplo: "em minha opinião isto poderia ter sido feito da seguinte forma..." Esse modo de comunicação evita que se fale pelo outro. O mediador deve orientar os mediandos a utilizarem a primeira pessoa, interrompendo-as quando assim não procederem. Especialmente na fase inicial de um processo de mediação, para que os ânimos exaltados não se expressem com acusações pessoais, mas expressando as impressões sobre como cada um dos interessados sente e percebe o problema. Nesse sentido, nunca se deve dizer "você não devia ter feito isso ou aquilo". Fale por si, nunca pelo outro. Diga: "eu penso que isto poderia ter sido feito da seguinte forma...".
6) Assertividade: Não se deve ter medo de divergência. Ser assertivo é ter clareza. Quem não sabe dizer não também não sabe dizer sim. A falta de assertividade contribui para o paradoxo da violência, pois excesso de omissão, da acomodação, se converte em excesso de agressão. Portanto, o mediador de conflitos deve ser assertivo e estar atento para ajudar os mediandos a se conduzirem assertivamente. Assertividade é boa-fé, sem o que as pessoas não estarão auto-afirmadas para negociar. Quando estamos auto-afirmados, assertivos, somos capazes de receber um não com naturalidade.
7) Priorização do elemento relacional: Separe o problema pessoal do problema material. Quando o conflito for pessoal e, ao mesmo tempo, material, tenha em conta que a necessidade primeira das pessoas envolvidas é restaurar a relação pessoal. Portanto, primeiro tenha em conta o problema pessoal (a relação propriamente dita). Somente após, restaurada a relação ou superada a animosidade, as pessoas estarão aptas a cuidar do problema material (os bens e os direitos envolvidos). Nos casos em que o problema emocional for muito complexo será recomendável que o mediador se faça acompanhar de co-mediador com formação em psicologia. Isto é mais comum nos conflitos familiares entre casais.
8) Reconhecimento da diferença: A mente humana, sob a tensão de disputa, tende a polarizar, a optar e fixar-se numa posição. Cada um, no seu contexto cultural e existencial, tende a ordenar os valores segundo hierarquias variadas, que supostamente contemplam as suas necessidades de auto-afirmação. Toda uma preparação será necessária até que o mediando se sinta em condições de sair da sua posição e se imagine no lugar do outro. Trata-se de um exercício que o mediador poderá sugerir aos mediandos, pois o contato com essa outra realidade é uma experiência de sensibilização e de integração.
9) Não reação: Ao sofrer uma acusação injusta, não reaja. Reformule. Para isto dê um tempo. A simples reação é dependência. Não perca o direito ao protagonismo, à sua oportunidade de transformar aquela interação. A prática transformadora da interação agressiva é conhecida como reformulação. Pela reformulação somos capazes de romper com o jogo ofensa-reação. A reformulação pode ser adotada através da paráfrase (repetição da frase, com nossas próprias palavras) a frase agressiva do outro ou através de pergunta.
10) Não ameaça: Ameaça é jogo de poder coercitivo. Ao ameaçar você está induzindo a outra parte a provar que é mais poderosa. Em vez de uma solução de ganhos mútuos (ganha-ganha), fica-se restrito a um jogo de ganha-perde ou de perde-perde. A ameaça conduz o conflito na direção do confronto, da violência. A melhor atitude para evitar que a ameaça numa reunião de mediação, é a conscientização prévia dos mediandos sobre a prática da escuta ativa, da igualdade de fala, e da linguagem na primeira pessoa. O preceito da não ameaça não exclui a possibilidade de se perguntar ao mediando se ele admite a existência de riscos ao proceder daquela forma. Este questionamento poderá ajudar na identificação de dados de realidade. Convém lembrar que dados de realidade são os padrões éticos, técnicos, econômicos ou jurídicos que devem ser levados em consideração na tomada de decisões.
Enfim, amigos e companheiros, este é um breve resumo de tema cativante e, acima de tudo, vital, objeto de um dos Capítulos do Livro que, com imensa alegria, publiquei este ano, "Mediação de Conflitos e Práticas Restaurativas".
Como dizia Mahatma Gandhi, "Cuide dos meios que o fim cuidará de si mesmo".
Carlos Eduardo de Vasconcelos
RC Brum, em 30 de dezembro de 2008.
Foto abaixo: Dr. Tertuliano Maranhão apresentando o palestrante;
Com muito pesar, comunicamos o falecimento do querido Companheiro EGD 1986 / 1987 FRANCISCO LEITE PERAZZO, ocorrido no Recife, cujo sepultamento aconteceu neste sábado (03), às 16h, na sua cidade de Tuparetama - PE.
O Governador Eduardo Queiroz, em nome de todo o Distrito, ao tempo em que lamenta perda tão significativa para o mundo rotário, envia à sua esposa IVONE PERAZZO e a toda a sua família um abraço de condolências e de profunda solidariedade.